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19 maio 2020

- Homenagem # 3 - Joaquim Gião -


"Nos teus cabelos aprendia navegar "nas ondas do Amor e da tolerância. Levaste-me a compreender que cada pessoa têm o seu ritmo, a sua maneira de ser, o seu carácter. Que muitas vezes as pessoas mudam ao longo dos anos. mas o que nunca muda são as "Boas Memórias" de amiga/os , filha/os ou "ovelhas" que já partiram para terras longínquas ou foram morar LÁ em CIMA!!! Que também cada linha das nossas caras têm uma história, um sorriso, uma dor ou apenas são simplesmente o desenho da nossa identidade, da nossa essência.
Sempre foste um artista nato e sempre o serás.
Encenador, professor, pastor, pintor e sempre pronto a remodelar o nosso espaço de oração!
Sempre sonhaste mais alto e acho que nunca foste totalmente compreendido! Tentaste sempre manter "os protocolos cristãos" deste País. Mas não sei se chegaste ainda Lá!!!
Aquele ponto de seres verdadeiramente Tu!
Sempre te vi torcer pela Seleção Nacional, mas teu coração é Teu "branco e negro"...apesar de todas as pedras que encontraste no caminho, nunca desiste de uma terra que não foi a que te viu nascer. E isso é a característica que mais aprecio em ti : Persistência!!!
Acima de tudo tens sido um Pai...às vezes já nem sei em quantos pais vou...ou quantas ando às vezes literalmente.
Parece que nesta altura do campeonato todos deixámos de saber contar os tostões ou será os corações?!
Pode ser uma frase muito batida, mas agora realmente aprendemos a viver um dia de cada vez; e em cada um desses dias somos surpreendidos por "Anjos na Terra" que nos dão: a mão para passear até à praia, água, almoços, peras, lanches, boleias, sorrisos e gargalhadas, roupas, conselhos [ tudo de Graça ] pela cidade em que sempre cresci, casei e morei. Uns conheço , outros não. Mas tal como dizia a minha primeira vizinha depois eu casar...ali na Rua Aguiar : " Menina, as conversas são como as cerejas!! " [ Henriqueta ]...
E para abreviar, que tenho que ir fazer o jantar, muito BEM HAJAS por seres quem és : Quim Gião !"

19 agosto 2014

Faith


... all that we have during these times to grab is faith :) ;) . Waiting on God's promises for our lives!

"Don’t we all have those moments? Something in our lives blindsides us and we wonder, Is what I believe really the truth? Our faith is shaken, and our minds wander to the possibility of no God, no heaven, no purpose.

Faith is more than raising up your hands and praising God for when things work out the way you wanted them to. Faith steps in during those quiet moments of doubt. When it doesn’t make sense, faith is there. It was the same way for so many before us, who didn’t see their promise or the ending coming, and lived by faith still. “He (Moses) regarded disgrace for the sake of Christ as of greater value than the treasures of Egypt, because he was looking ahead to his reward.” (Hebrews 11:26)

Many have gone before us, with nothing but the words from God to guide them along paths that seemed impossible. They may have had their doubts, they all stumbled and continued to sin, but the distinguishing mark in their lives was the clear sign of steadfast faith. It overruled the doubt from themselves and others.

Press on, Sisters. Stay the course, no matter the doubt that creeps in (like it does for each of us at some point!). Turn your eyes to Christ and hold fast to His promises."

in SheReadsTruth

01 agosto 2014

O deserto e a liberdade

Muito BOM! Identifico-me com muito do que é escrito a seguir:
Artigo de Ricardo Barbosa de Sousa

Não é sem motivo que Deus, logo após libertar o povo da escravidão no Egito, os conduziu para o deserto. A passagem pelo deserto era necessária para ajudá-los a deixar para trás a mentalidade da escravidão e a compreender a nova liberdade que Deus lhes estava oferecendo. Quando damos o nosso sim a Deus, ele sempre nos conduz ao deserto.

O nosso deserto não é igual ao das areias do Neguev ou do Saara. Nosso deserto é o lugar onde somos levados a refletir sobre nossas ilusões, as expectativas infantis que nos mantêm alienados, inclusive de pessoas que amamos; os medos que mascaramos ou sublimamos em nossa busca frenética por realização e entretenimento. No deserto, não temos um caminho claro e seguro, nenhuma distração, nada que nos excite. Nele, o futuro é incerto, nos vemos vulneráveis e fragilizados, e experimentamos a força das trevas interiores do medo.

Por outro lado, o deserto é o lugar do encontro com Deus, da rendição do orgulho e da ilusão de sermos senhores do nosso destino. É o lugar da companhia divina, do silêncio diante de Deus, onde a quietude nos ajuda a reconhecer a presença dele. O silêncio que nos torna mais atenciosos à voz de Deus. Para sermos livres, precisamos nos afastar, por um tempo, do mundo dos homens para entrarmos, a sós, no mundo de Deus. Um tempo no qual as paixões, tensões, pressa, vão, lentamente, cedendo espaço para percebermos a realidade à luz da eternidade e restabelecermos o valor correto das coisas. No deserto, reduzimos nossas necessidades àquilo que é essencial.

A enfermeira americana Bronnie Ware escreveu um livro sobre os “cinco maiores arrependimentos ou lamentos de pacientes terminais”. Depois de acompanhar por vários anos estes pacientes, ela listou aquilo que eles gostariam de ter feito e não fizeram, como: ter mais tempo para os amigos e não ter trabalhado tanto. O deserto deles trouxe uma outra dimensão de suas reais necessidades.

Na solidão do deserto, descobrimos a suficiência da graça de Deus. Teresa de Ávila (1515--1582) descreveu num poema sua experiência no deserto:

Nada te perturbe,
Nada te espante.
Tudo passa.
Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem tem a Deus,
Nada lhe falta.
Só Deus basta.

Nossa necessidade primeira é Deus. De tudo o que aprendemos no deserto, a lição mais importante é que aquilo de que mais necessitamos encontramos na comunhão com Deus. A experiência do deserto nos conduz ao autoesvaziamento, ao desapego dos ídolos que nos oferecem a falsa segurança, e à completa submissão a Deus e aos seus caminhos. Aprendemos a ver a vida desde a perspectiva da eternidade, o que nos ajuda a colocar em ordem nossos valores.

A verdadeira liberdade nasce do deserto. Foi no deserto que Jesus reafirmou a identidade dele e seguiu livre para realizar a missão dele em obediência ao Pai. Não precisou usar nenhum artifício para se autopromover. Foi livre para fazer o que tinha de fazer, assumir a cruz e, no fim, morrer. O deserto nos liberta dos falsos deuses, das mentiras e ilusões que nos fazem pessoas controladoras e manipuladoras. Rompe com a falsa sensação de que temos controle sobre o nosso destino. O deserto nos torna pessoas mais verdadeiras, livres, e mais conscientes de nossa total dependência de Deus.

Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de, entre outros, A Espiritualidade, o Evangelho e a Igreja.

17 dezembro 2011

sem stress

Andando a pesquisar sobre alimentação e outros assuntos encontrei este artigo que em muito fala do que tenho pensado acerca do ritmo de vida que se leva ultimamente e tamém acabea por explicar e alargar outros horizontes, aqui fica ;).

Stress

por Francisco Varatojo

A vida não é possível sem "stress", existe um grau inerente de tensão à vida que precisamente nos faz reagir e adaptar, sobreviver. Com uma mudança de atitude, alimentação e actividade física, pode transformar o "stress" em vitalidade.
(...)
Especialmente, quando os sintomas de um problema que não é problema, de uma doença que não é doença afecta de forma dramática tantas pessoas na nossa sociedade e, paradoxalmente, quando temos tantos artefactos e um estilo de vida que supostamente deviam tornar a vida muito mais cómoda, descontraída e funcional.

"stress" é uma palavra inglesa (que foi adoptada em quase todos os idiomas do mundo ocidental) que significa tensão e é utilizada para definir a sensação de desgaste que os nossos corpos experimentam à medida que nos ajustamos a um ambiente em mudança constante. Na realidade, a vida não é possível sem "stress", existe um grau inerente de tensão à vida que precisamente nos faz reagir e adaptar, sobreviver.

Como influência positiva, o "stress" pode compelir-nos à acção; pode fornecer-nos uma nova consciência e uma perspectiva nova e excitante. Como influência negativa, pode resultar em sensações de desconfiança, rejeição, zanga e depressão, que por sua vez podem dar origem a problemas de saúde como dores de cabeça, de estômago, insónia, úlceras, hipertensão.

Um ponto regra geral não mencionado quando falamos de "stress" é que este é bastante subjectivo e baseia-se muito numa questão de percepção individual: ou seja, nem todas as pessoas reagem da mesma forma aos mesmos eventos, e cada um de nós reage de formas diferentes ao mesmo acontecimentos - os mesmos factores que paralisam de medo ou preocupação alguns de nós, servem para outros como um tremendo catalisador de vitalidade, imaginação e criatividade; há dias (ou horas) em que uma notícia qualquer nos deixa completamente transtornados e outros em que a mesma notícia nos faz rir ao apreciarmos o paradoxo brutal que pode ser a vida. Basicamente, o "stress" é relativo e correndo o risco de poder parecer sádico, o "stress" pode ser altamente positivo.

Quais são então os factores que determinam o nosso grau de "stress"? Como podemos transformar o "stress" em vitalidade? Estas questões são debatidas pelos psicoterapeutas que estudam estas áreas e actualmente existe um número crescente de empresas que tenta incorporar no dia a dia da empresa técnicas que visam minorar a sensação de "stress" vivenciada pelos funcionários.

Há cerca de dois anos fui contactado pela multinacional petrolífera BP/Mobil para organizar um programa eficaz para administrar níveis elevados de "stress" e compraz-me dizer que o "feedback" obtido foi altamente positivo; durante cerca de 2 meses proferi palestras nas diferentes instalações da BP/Mobil onde falei sobre os efeitos da atitude, alimentação, respiração e outros factores na nossa percepção de "stress". Faço-lhe de seguida um resumo dos pontos focados neste programa e espero que estes o possam ajudar também a conviver com este "mal" moderno.

Factores que influenciam a nossa percepção do "stress":

Aspectos Constitucionais - existem pessoas geneticamente mais sujeitas ao "stress" do que outras; nestas, os factores de "stress" tendem a ser amplificados em grande escala e são pessoas stressadas por natureza. Os aspectos constitucionais são, na minha opinião, maioritariamente criados durante o período de gravidez por factores como o estilo de vida e vivência emocional da mãe, influências biológicas (alimentos e bebidas, sono entre outras) e ancestrais (se somos oriundos de uma família de pessoas muito tensas temos grandes probabilidades de nos tornarmos num indivíduo stressado).

Se este é o seu caso, tenha em particular atenção os seguintes factores:

Perspectiva de Vida - aprenda a ser menos competitivo e/ou menos perfeccionista; encare as situações de conflito como um desafio; aprenda a ver os problemas sob um outro ângulo - a maioria das vezes que analisamos um problema qualquer segundo outro ponto de vista, o problema assume características totalmente diferentes; na língua chinesa a palavra crise e oportunidade escrevem-se e proferem-se da mesma maneira, são a mesma palavra. Em situações de crise considere que tem ali mesmo uma oportunidade extraordinária para mudar a situação para melhor. Utilize essa oportunidade como uma alavanca para andar para a frente.

Actividade Física e Modo de Vida - a maioria das escola de psicoterapia modernas considera a actividade física como uma ferramenta valiosa e insubstituível na gestão do "stress". Dê pelo menos um passeio diário de meia hora, pratique um desporto qualquer que lhe dê prazer ou pratique actividades ... que inquestionavelmente ajudam a melhorar a percepção de "stress". Acima de tudo, aprenda a respirar e quando se sentir "a explodir", concentre-se na sua respiração (que está seguramente mais entrecortada) e comece a respirar duma forma mais lenta e profunda.

Alimentação - a alimentação desempenha também um papel fundamental no "stress"; os alimentos que mais contribuem para o "stress" são produtos animais - que nos tornam mais tensos e agressivos e com maior dificuldade em descontrair - e alimentos estimulantes como café, especiarias, refrigerantes. Uma tensão excessiva está geralmente relacionada com níveis de açúcar baixos e sobrecarga do fígado e glândulas supra-renais.
Coma predominantemente alimentos de origem vegetal dando particular ênfase aos cereais e aos vegetais.
(...)
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